A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

terça-feira, 22 de agosto de 2017

POEMA A FLOR, O POEMA E O VERDE

Crochetemoda: Blusas de Crochet

A FLOR, O POEMA E O VERDE

A flor, o poema e o verde
Manto parecendo poema
Ao longo sobressai a flor
Ondeando como acorde
Pureza e olor de alfazema
Visão dum mundo auricolor
Colo de doce madre
Beleza de écran de cinema
Figuração de esplendor
Visão de beleza para lorde
Desejado emblema
Adejando o seu valor
Parecendo monte verde
Teorema a parecer esquema
Eis o poema a realçar a flor:
- Sustentada pelo seu caule verde

Daniel Costa

sábado, 19 de agosto de 2017

Nat King Cole An Evening With Nat King Cole HD - POEMA CAMPONÊS NATURALMENTE



Love it! Want it!


CAMPONÊS NATURALMENTE

Camponês naturalmente
Não sendo de civilização de casta
Nascer nessa condição é-o obviamente
Partir dessa origem é apriorista
Não fatal, evidentemente
Porém é um caminho adventista
Algo redutor, primeiramente
Somente aceite como generalista
Camponês naturalmente
O poeta – jornaleiro nascera humanista
Cumpria integralmente
Não se sentia camponês, talvez iluminista
De vigor rigoroso e diligente
Indubitavelmente altruísta
Vigoroso e convincente
Camponês naturalmente

Daniel Costa

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

❀⊱╮♥♫♥ GILBERT BECAUD .♥♫♥ l'important c'est la rose ♥♫♥ ❀⊱╮POEMA A VIDA É ROSA



Vestido Estampado Plus Size - Marguerite

A VIDA É ROSA

A vida é rosa
Gostosa de ser vivida
Como poética prosa
Com mente atrevida
Com gosto, em grosa
Eternamente ávida
A vida é rosa
De importância devida
Felicidade de mariposa…
- Toda a felicidade reunida
Em vassalagem gloriosa
Gratidão em contrapartida
A vida é rosa
Acenemos com a flor margarida
Gratidão amorosa
A vida convida
À paixão vigorosa
À paixão atrevida
A vida é rosa

Daniel Costa

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

LUNDA - RIO LUACHIMO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

LUNDA - RIO LUACHIMO

Lunda – rio Luachimo
Da Lunda gravata
Para além de Saurimo
De Angola topónimo
Do reino dos quiocos, a nata
Cultura guardada no íntimo
Vera e nobre cantata
Lunda – rio Luachimo
Filmografia - Lusitana
Fotografada – belíssimo
Impressa – mata! *
Em postais - óptimo
Em rotogravura – bravata
Romance do rio Luachimo,
Dos postais lembrança de cubata
Do Portugal antiquíssimo
Correndo perto do Congo sem cascata
Raso e magnânimo
Da Lunda gravata
Lunda – rio Luachimo

·          Na língua dos quiocos  MATA = senhor na língua lusa


Daniel Costa

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

POEMA FLOR RABISCADA NO TRENÓ

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

FLOR RABISCADA NO TRENÓ

Flor rabiscada no Trenó
Entre a assistência medito
Anoto, como se estivesse só
Observo, vendo, reflicto
Viajando no tempo, sereno
Como a viver um rito
Imaginando um largo aceno
De vedeta de filme favorito
De beldade-fenómeno
Construção do infinito
Rasto fugaz de benzeno
Sonho, escrevo o que acredito
Aqui no mundo terreno
No imaginário bonito
No imaginário ameno
Num mundo recôndito
As beldades, as flores de heleno
Observo-as como súbdito
Flor rabiscada no Trenó

Daniel Costa

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

POEMA VARANDA DAS PALMEIRAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

VARANDA DAS PALMEIRAS

Varanda das Palmeiras
Recordando as ditas
A quinta e suas amoreiras
As belezas sauditas
As festas costumeiras
Dos Santos Populares catitas
Varanda das Palmeiras
Meio século passado, hoje descritas
Mais as belas e exímias bailadeiras
Arrais cosmopolitas
Parecendo terreiros ou eiras
Até há meio século, sestas de jesuítas
 Varanda das Palmeiras
Apresentavam-se belas e infinitas
Já não se vêm, nem nas beiras
Muitos não as recordam – senhoritas
As palmeiras, plantas costumeiras
Lembranças… as recordam favoritas
Varanda das Palmeiras
- As verdes… palmeiras!...

Daniel Costa


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

POEMA JOGO DA BOLA DE PAU

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Imagem de recorte de jornal, do meu arquivo pessoal

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

O JOGO DA BOLA DE PAU

O jogo da bola de pau
Papa João Paulo I (primeiro)
Referência biográfica de baú
De praticante cimeiro
A história constrói-se de pormenores de nau
Tudo tem início de ”fúria” de romeiro
O jogo da bola de pau
Um futuro Papa foi parceiro
Faz deduzir que a Santa Madre inventou o sarau
Porquanto era a igreja detentora do espaço domingueiro
Por leilão alugava por dinheiro, por cacau
Na Estação de Verão, no tempo festivaleiro
Jogo da bola de pau
 Finar-se coube  a alguém, com mãos jornaleiro
De jorna, para contar a história… a história do xau
Ano de mil novecentos e sessenta e sete, o derradeiro
O campo da singular bola ainda ficou, como a referência a Menelau
A barreira junto ao primitivo cemitério também fez de ulmeiro
Jogo da bola de pau
A lage específica, com rodado de carro de bois rachou, archoteiro
A lage, era peça fundamental, além dos palitos, do barato, era vau
Banca do banqueiro, o que recebia, e ao vencedor atribuía o dinheiro
Os últimos jogadores foram o Abílio, o guarda Alves, não havia o Nicolau
Barbaceca, Gil, Zé Lora, Zé Geada, e eu, banqueiro
Jogo da bola de pau
Guarda Piçarra, Trabulento e o meu parceiro,
Jogo da bola de pau
A recordar, com o Papa João Paulo I (primeiro)
Jogo de bola de pau

Daniel Costa





terça-feira, 1 de agosto de 2017

POEMA FLOR DE BELEZA DIVINA

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

FLOR DE BELEZA DIVINA  

Flor de beleza divina
Baloiçando no jardim,
No jardim da campina
Acenando com frenesim
Desejo de mulher menina
Estrela, jeito de arlequim
Flor de beleza divina
Desejo de querubim
Drapejando como bailarina
Brancura de flor de jasmim
Elegância de flausina
Candura de anjo serafim
Flor de beleza divina
Promessa de benjamim
Brilho de lamparina
Sorriso de oiro e carmim
Bamboleio fixando a retina
Promessa de galarim
Flor de beleza divina

Daniel Costa